Vestiu-se pra ele. Em uma palavra? Gostosa. Cabelos lavados e perfumados, pele limpa e fresca. Cheiro de canela com maracujá. Cheiro de fruta. E a sua "fruta" estava ali, gritando que queria respirar...
Não ainda "fruta". O dia é longo e o trabalho chama. Sabe lá se hormônio tem cheiro, mas ela saiu exalando feromônio. Ah, purista de pouca fé, sabemos que feromônio é coisa de animal. Mas quem disse que ela era humana hoje? Não era. Quem saiu na rua hoje foi a loba vadia, parente próxima das cadelas. A diferença? A loba é selvagem.
Pois lá ia ela. Fêmea no cio, que acordou pensando nele. Queserá que ele tinha que fazia ela vibrar assim? Ai ai ai.
A rotina era intensa e cobrou sua parte e absorveu a loba, chamando a gerente de campo pra entrar em ação. Mas a loba auvava. Sem lua.
E então, aconteceu. Ele chegou, como um sol. Mister simpatia. Ele era o sol. E aqueceu. Aquecimento instatâneo. A moça entrou em ebulição.
Em um instante a calcinha de renda que usava começou a flertar com seu sexo, que pulsava e pulsava.
Alguma coisa o desejado tinha. Seu nome vindo dele adquiria poderes mágicos. Apertava a distência um botão. O botão do prazer.
Ah e daí ela se viu doida. Mandou a rotina pro espaço por causa de uma sensação física forte. Mais que querer, era necessidade. A loba uivava, queria se libertar, uivar.
E ela de loba, queria ser transformada em égua pelo mago querido. Égua no cio, procurando garanhão. Neste momento as coxas testavam as leis que regem o atrito e ah, ele. O centro do prazer estava querendo reagir ao chamado. Sim, era um botão treinado. Viu o nome equivalente ao abracadabra, ser citado e eis que ele surge, imponente.
Molhou-se.
Ah o centro do corpo era no momento o bendito botão.
Comtrole-se menina, ele não te quer. Não adianta assanhar, ele não vai saciar sua sede. Sede dele.
Ah se ela pudesse...
Enquanto isso o dia passa e ela volta pra casa, irresistível. Está gostosa . Toda a umidade do corpo foi parar no sexo. Os lábios bucais secos contentam-se com a língua sedenta.
Chega na estação e pega um ônibus com somente três homens. Cobrador, motorista e um passageiro. O motorista olha praela com ansiedade. Elasente medo. O passageiro desce. Em sua mente fértil a semente da desconfiança éplantada.
Ainda bem que dois pontos depois é sua casa.
Ao descer diz obrigada. O motorista, com cara delascívia diz: Boa noite, morena(onde ele viu morena? ela é negra!). E sussura: Você é toda gostosa.
Ahhhhhhhhhhhhh quem ele pensa que é? GrrrrrrrrrrrrrrrrrrImbecil... Onde já se viu?
Mas ela gostou. Não a gerente de campo, mas a puta provocativa. Sim, ela gostou.
Queria que o desejado visse isso. Como ela tava vadia, retribuindo o sorriso do motorista tarado.
Goza meu bem. Goza porque você merece. Goza porque você sou eu.
EM TEMPO:
Feromônio
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Os feromônios ou feromonas são substâncias químicas que, captadas por animais de uma mesma espécie (intra-específica), permitem o reconhecimento mútuo e sexual dos indivíduos. Os feromônios excretados são capazes de suscitar reações específicas de tipo fisiológico e/oucomportamental em outros membros que estejam num determinado raio do espaço físico ocupado pelo excretor


2 comentários:
Adorei seu blog, uma gracinha! Obrigada por me seguir lá no meu.
beijocas
Anita
brigada anita ;)
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