Trecho dele com o qual me identifiquei muito:
"Quem pensa que uma infância feliz é aquela que segue os moldes tradicionais está enganado. Essas coisas de pai e mãe que conversam, perguntam pelas notas do colégio, contam histórias, dão beijos, fazem carinho e dizem que os filhos são lindos e inteligentes, tudo isso deve ser muito bom - ouço falar, mas desconheço. E, como desconheço, nunca me fez falta. Puxando pela memória, não me lembro de algum dia ter recebido um beijo de minha mãe ou do meu pai. Não que eles não gostassem de mim; eram desse jeito."
No site do JBOnline há uma resenah que conta bem o que é o livro.
E no Tutomania tem pra baixar(odeio e-book. Gosto de folhear livros e sentir o cheiro de papel! E mepoupem viu? Eu não penso nas árvors nesta hora! pronto, falei. =P)
O Stein perguntou o que achei dele e eu disse:
É bom apenas porque ela escreve bem. Poderia ser melhor. É um livro mediano. Digamos que tem muita fofoca de gente que desconheço. Quem sabe a alguém que viveu nos anos 60 ache legal. Ela também força a barra dandoconselhos de quem muito viveu. Quebra a naturalidade.
Mas gostei, é um bom livro, embora eu desconheça metade das pessoas que ela cita. Saudosista demais!

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