N'Tangu - " Mãe Negra ", óleo s/ veludo, 2002
Sou uma pessoa melhor porque eu tive a benção de ter 4 mães.
Sinto falta das duas que estão junto a Deus.
Se hoje C existisse, eu teria a quem contar, sem vergonha alguma, os desejos de submissão que fazem parte de mim, porque ela me dizia que é preciso assumir os seus desejos e é preciso ser livre.
Se hoje D.N. existisse eu seria como sempre quis, dançarina, porque ela me dizia que eu poderia ser quem quisesse, com um futuro grandioso e que não importando a sua condição, é preciso sonhar.
Graças a Deus ainda tenho G que me ensina a sorrir nas dificuldades, que me ensina a amar incondicionalmente, mesmo não concordando com as posturas, mesmo a quem faz mal, mesmo a quem nos odeia. G não sabe ter rancor e esquece o mal que lhe fazem. Herdei isso dela.
E mainha. Este ser sensível que como eu, teve as mães citadas acima e me ensinou a lutar pelo que acredito. Guereira. Lute minha filha. Esta cara de derrotada não te traz nada.
Mainha e G cantam. A minha relação com a música é estreita também por influência delas. A voz de mainha foi por vezes meu calmante. Eu soluçando e ela cantando. Uma voz doce que transmitia um carinho sem igual. Já G era o cantar admiração. Ela se emproa tal qual um passarinho e solta a voz.
É, eu sou feliz...
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2 comentários:
Lindoooooo!
rsrs... brigada!
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