terça-feira, 2 de novembro de 2010

Keep walking...




Manhã De Sol


Parece que tudo vai mudar 

Tomara que seja pra melhor
 
Parece que a gente vai cantar 
Quase que uma canção de amor 
Ontem eu pensei que amanhã seria só um vendaval 
Hoje eu acordei numa manhã de sol 
Nesse sol eu vou ...






Às vezes a vida nos impõe obstáculos imensos e não adianta tentar prever ou previnir. Você vai cair. Vai ver ela entende que a gente precisa de um tropeção pra aprender a ter mais cuidado.
Fazia tempo que não chorava este choro de quem não tem mais esperança. 
Um choro de quem entende que não há mais solução. Choro de fundo do poço sabe como é? 
Não é desespero, não é medo, não é nada conhecido. Nem sei se tem nome. É só um desalento, uma desesperança. 
Dói. Ah dói demais. E eu não posso fazer nada por isso. 
Não é possível parar a chuva ou mudar a direção do vento.
Mas sempre é possível comprar ou fabricar uma proteção  e colocar às velas de forma favorável. 
Aqui pra nós? Esta coisa de "coitadinha" não orna com sua história. Vai lá e honra! 
Sempre me virei, ainda mais tendo sido sempre redonda =P
Pois então bora tratando de cuidar do que é factível. 

 Mãos à obra!

Quadro de MF Cabral Artesanatos




4 comentários:

Anônimo disse...

Lz,

Cada choro é um choro, cada um é um.

Não se envergonhe, não ache que chorou tempo demais, não seque as lágrimas apressaamente, porque se elas forem estancadas à força, se acumularão onde?

Podem se transformar, sim.

Somos diferentes, vc tem essa coisa de ser forte, honrar, eu já de me vitimizar, embora odeie. São tendências.

Acho que ambas buscamos o equilíbrio.

E entendemos, e já passamos por esse choro e essa sensação de desesperança.

É clichê, mas passa. E é preciso que se passe por isso, para viver uma vida que não seja de plástico.

Estou com saudades da minha baianinha.

Bjos!

luba disse...

Chorar não é bom não nega... mas faz bem. Alivia, limpa... que nem chuva ou banho de água do mar.

Tô com saudade do meu mar.

Ah equilíbrio é difícil nega. Muito difícil. Acho que vou demorar a pisar elegantemente tal qual bailarina.

Eu vou que nem elefantinha chapinhando poça.

Mas no fim das contas o importante é ir né? Só não pode parar!

Passará sim nega. Por isso ou por aquilo, passará. Uma hora a fonte seca né?

Só espero não estar seca demais ou seca pra sempre, sendo este pra sempre equivalente a MUITO TEMPO, tempo suficiente pra que a importância se perca.


Saudades muitas mesmo nega. Docê, Docês, do mar...


Xero Xero Xeroooo

Anônimo disse...

Caraca, tu tem 24 anos, mulher!

Dá vontade de falar: "Perdoa-lhe, pois ela não sabe o que diz"!

Que papo é esse de sempre? Sempre realmente é MUITO tempo, um tempo que foge da nossa compreensão.

Um dia, em 2008, eu estava no Rio, rodeada de tanta alegria e espontaneidade na rua (o carnaval de lá é simplesmente maravilhoso e autêntico, aquela coisa dos blocos, as pessoas fantasiadas, e não uniformizadas), vi um casal lindo se beijando.

Pensei: será que um dia eu ainda vou me apaixonar por alguém?

Acreditava que eu estava tão seca e destruída que isso seria uma hipótese muito improvável.

Ha-ha-ha!

E eu já era beeem, grandinha!

Mesmo assim, a gente pensa essas asneiras!

(Pessoas q nos deixam pensando assim, geralmente são a TREVA - olha eu aqui dando palpite de novo).

Mas nem sempre, às vezes é a gente mesmo q precisa passar por umas coisas para se conhecer, aprender, crescer!

A gente não precisa ser bailarina.

A gente precisa ser quem a gente é.

Melhorada, modificada com a Dominação, mas quem a gente é.

Se o cara quer uma bailarina, va no Bolshoi!

Eu ando torta. Eu sou torta. Eu faço pilates, eu tento melhorar, eu ando de salto, mas sei que ando torto.

E sou assim. É estranho? É.

Mas como é comigo, acho que pode ser charmoso.

E, sinceramente, quem gosta de mim sabe que eu não sou bailarina.

Te adoro!

luba disse...

rs eu disse que o sempre é equivalente a tempo suficiente. Nada é eterno além de Deus.

Eu sei que n precisa ser bailarina...


Precisamos ser nós mesmos, eu sei...

Mas daí a gente vai se redescobrindo, achando coisas novas.

N precisa ser o que n é, mas precisa melhorar.

E é isso que eu tô tentando.